quarta-feira, 7 de abril de 2010
But I can't come home right now
Me and the boys are sailing
And we just can't hear a sound
Just a few more hours
And I'll be right home to you
I think I hear them calling
but, what can I do
but what can I do
You say you feel so empty
That our house just ain't our home
I'm always somewhere else
And you're always there alone
Just a few more hours
And I'll be right home to you
I think I hear them calling
but, what can I do
But, what can I do
But, I know you're lonely
And I hope you'll be alright
'Cause me and the boys will be sailing all night
terça-feira, 6 de abril de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
De volta na água
Depois de nos juntarmos á flotilha da ANC que já se encontrava atracada no pontão, chegámos á conclusão que está tudo na mesma, mas em versão "pior", se queremos condições temos de as levar connosco, a água potável continua a 300 metros de distancia, os 10 metros de distancia ao poste de electricidade continuam num horizonte longínquo, mas se o que nós queremos é sossego e adormecer ao som do sino da igreja, se calhar o melhor é ficar tudo assim.
E valada é assim mesmo, o progresso passa ao lado, e no fundo até gostamos.
O regresso fez-se no domingo na vazante da manhã, com um NE fresquinho, com o pessoal a abrir pano á passagem por Salvaterra e uma velejadela de muito luxo até á Mui Nobre Vila d'Alhandra, onde aportámos pelas 1400 horas locais.
(Dedico esta minha primeira viagem d'agua acima deste ano, a todos os gloriosos navegadores dos barcos em terra, e Patrões de Esplanada)
terça-feira, 30 de março de 2010
"Por favor, ponham-me na água"
Durante o percurso o barquinho é apanhado várias vezes por curiosos e é sempre colocado na água "rumo ao mar", onde chega, completamente desfigurado, é apanhado por um faroleiro que o recupera e o volta a lançar ao mar.
Este, não sendo assim tão pequeno, também não se sente muito bem em terra, nem ele nem eu, no final da semana volta para a água, a Páscoa é em Valada, assim como o Bacalhau é no Baptista, ovos moles é em Aveiro, os trouxas levantam-se ás oito, os cães ladram e a caravana passa.
(Ah, e o barrete serve a quem o enfiar!)
terça-feira, 9 de março de 2010
Vinte e um anos e um mês depois...
Tinha chegado o momento, o dia em que tive de dizer, “já chega”, foram 21 anos e um mês de serviço exactamente, bati á porta e disse que me queria ir embora, e saí, julgo que pela porta da frente, com o sentido de dever cumprido, quis seguir o que acho que está certo, felizmente sou daqueles que agarro as oportunidades de fazer o que gosto, graças a Deus propostas não faltam.
Houve algumas interrogações á volta da minha saída, os porquês, vou para melhor ou para pior não sei, mas saio porque gosto de ter prazer no que faço, tal não estava a acontecer, saio também por respeito, respeito por quem quer ficar e por aqueles que não têm respeito por ninguém, e isto de passar de bestial a besta de um momento para o outro, não serve para o filho do meu pai.
Na hora da saída disseram-me que a casa era minha, e quem sabe um dia poderia voltar integrado num outro projecto, não sei, o tempo o dirá.
“primus inter pares”
segunda-feira, 8 de março de 2010
Tava dificil...
Este fim de semana o caso mudou de figura, o tempo estava mais ameno, lá combinámos o nosso almoço a bordo, o belo do frango, como diz o Rui, e depois do repasto lá fomos fazer o gosto ao dedo, por esse Mar da Palha fora, que desta vez, bem se poderia chamar "Mar do Barro" pois essa era a cor da água.
O regresso foi efectuado com o assimétrico no ar, O Rui não parava quieto e não descansava enquanto o balão não ficava no ponto, no intervalo das afinações ainda foi fazer o chá das 5, sempre reconfortante, já com o Norte a entrar mas com tendência para cair á chegada ao nosso destino, entrámos na comporta Este da marina com o sol a pôr-se.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Por terras (águas) do Ribatejo Profundo
Um baixa-mar muito invulgar em Salvaterra de Magos
Campos de Benavente
A estrada do campo, por acaso não trouxe uma piroga
A vala Nova a receber as águas do campo
Chegados á Mui Nobre Vila d'Alhandra, o cenário era de um Tejo em vias de galgar as margem e invadir a vila, situação que não via deste á muitos anos, acontecia normalmente nas maiores marés vivas do equinócio de Setembro, consegui subir ao Volare que se encontra a seco, "in extremis" coloquei as galochas, vulgo botas d'água, e venha ela.








