quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
1 de Dezembro - Aniversário do Glorioso Alhandra Sporting Club
A preparação de uma sopa de pedra
Largada da prova de canoagem de Cadetes e Infantis
Na canoagem estiveram presentes cerca de 130 atletas em K1, K2 e C1, na vela estiveram cerca de uma centena de atletas nas classes Optimist, Laser, Europe, Vaurien e ANC.
As provas decorreram em frente á nossa Mui Nobre Vila d´Alhandra, aproveitou-se uma janela de bom tempo para se efectuarem as provas de canoagem, para depois as condições não serem as mais adequadas para meninos durante as regatas de vela, com uma pequena depressão a se fazer sentir com alguma intensidade e a dar algum trabalho ao pessoal de apoio, nomeadamente junto dos Optimists.
Uma calmaria seguida de uma depressão das boas.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
I Regata de Solitários - Volta ao Mouchão d'Alhandra
Para mal dos meus pecados, a primeiras 3 milhas (1/2 volta) foram efectuadas á popa raza, como ainda não houve uma alma caridosa que contribuisse com um balão (já houve uma tentativa), tive de me resignar a deixar fugir 2 figaros de balão içado, "Nau dos Corvos", este com um balão de medidas avantajadas, assim como o barco com 10 cm a mais que os planos de construção, "Oceanus" que desta vez levava ao leme o nosso campeão mundial de Vaurien na categoria de Vela Piquena, o Chico Racha-a-Lenha, e o Mini-Transat do Mário "Azul", que sendo o velejador com mais horas em solitário, se esperava uma vitória, mas quedou-se pelo 2º lugar do pódio.
Ficam as imagens do barco mais bonito da Real Marina da Mui Nobre Vila d'Alhandra e do seu destemido Skipper lutando desesperadamente contra as popas em regatas.
Com o "pau" a efectuar o seu trabalho
Com a viragem do "bico" sul do Mouchão, entrámos finalmente nas bolinas, mas já não havia muito a fazer, recuperámos distancia para o 3º (Oceanus), e aumentámos a distãncia para os restantes, após 2 horas e 15 minutos de regata cortámos a linha de chegada.
Salvou-se o cozido á portuguesa devidamente confecionado pelo gajo mais ordinário da Mui Nobre Vila d'Alhandra, não digo o nome para não ferir susceptibilidades, e tambem porque não quero injustiçar ninguem.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Um fim de semana de Novembro em Valada
Passagem na Aldeia avieira do Lezirão
Novamente patos á passagem na Quinta das Areias
Chegada a Valada, emancipação femenina na 3ª idade com influências de Iron Maiden
Pôr do Sol em Valada do Ribatejo, o meu menino atracado no pontão
Amanhecer muito branco em Valada
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Cálculo da nossa posição - Navegando pelo Sol
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Apelo á Marinharia Alhandrense
"Joaozinho,
Ainda é muito cedo para tratar dessas coisas, mas uma ideia peregrina veio-me à mente. Pensa nela e opina sff.
Há 8 anos eu participei com o Veronique na Arcachon Aveiro, que nesse ano fez escala em Gijon.
Foi da pele dos ditos pôr o barco lá em cima, demorei 2 meses a pô-lo em Gijon, e já não cheguei a tempo de largar de Arcachon.
A ideia era a seguinte:
Arranjar uma meia duzia de maduros e alugar um barco em Arcachon até a Corunha, ou Baiona e, a partir dali, continuar com o Veronique até Aveiro. (ou no alugado, claro)
A preços de hoje, o aluguer de um 40 pés com skipper (assim o gajo depois leva-o para cima) custa, duas semanas, à volta dos 3000 euros. Duas semanas dá para vir até Aveiro. Se for até a Corunha ou Baiona será menos, mas aí no Veronique só podemos por 4 ou 5 tripulantes e não os 6 iniciais.
Pensa nisto.
As datas serão de 12 a 21 Julho de 2009.
Joao Veiga"

Agora eu:
A ideia soa-me meio doida, mas dá para encaixar, se a meia duzia de maduros forem de igual modo malucos pode-se tornar numa experiência engraçada.
Neste contexto, acho que não seria disparate (uma vez que Alhandra é a povoação com mais comandantes per capita), tentarmos levar uma pequena delegação desta terra tagana e atravessar uma das piores zonas da Europa para navegar, o Golfo da Biscaia.
Tendo em conta que num 40 pés podemos colocar até 8 tripulantes, os custos de aluguer poderiam ficar reduzidos a cerca de 400 euros por cabeça, o que para uma empreitada desta envergadura não é nada.
Tendo em conta que o mar do Norte não é própriamente para meninos, e uma vez que seria no minimo gratificante participar numa coisa destas, porque não juntar-mos uma tripulação de Aveirenses e Alhandrenses e enfrentarmos em conjunto o desafiador Golfo da Biscaia, as costas da Bretanha e o Cantábrico, tudo duma só vez e que tanta inveja fazem ao nosso Mar da Palha.
Como diz o Veiga, ainda é cedo, mas temos de começar a pensar nisto.
Eu digo: Podes contar comigo
terça-feira, 21 de outubro de 2008
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Cruzeiro Aveiro - Porto - Aveiro 2008
Chegada á Assoc. Aveirense de Vela de Cruzeiro, de uma delegação de 3 velejadores do Sul que irão integrar tripulações daquele clube.
Delegação: João Rodrigues, Julio Quirino (companheiro destas lides) e Paulo Nunes, um estreante cheio de vontade.
Pelas 2100, é servido um jantar devidamente confeccionado pelo Sr. Presidente Paulo Reis, após o qual embarcamos numa navegação nocturna a bordo do “Liberum”, embarcação Gib Sea de 40’, pertença do armador Bonito Galacho.
Esta navegação terminou pelas 0430 pelo que acabei por dormir a bordo do “Liberum”.
Os meus aposentos nestes 3 dias, o camarote de popa a Bombordo
Dia 18 0730 Alvorada
Distribuição de tripulações, o Cmdt Veiga informa que não vai comparecer, pelo que a tripulação do “Véronique” vai ser composta pelo Eugénio, João Pragana, Julio e Paulo, o Veiga vai de comboio para o Porto, eu fico a bordo do “Liberum” a convite do armador.
0830 – Descida da Cala d'Aveiro com destino á barra, o “Taaroa” informa que o radar e o gps foram abaixo, pelo que lhes passo o meu gps portátil.
Saímos a barra pelas 0920, o Galacho sente-se um bocado indisposto devido á navegação da noite e foi-se deitar, como mais graduado a abordo, assumi instintivamente o leme do “Liberum” coadjuvado pelo jovem marinheiro Kiko nas manobras de cabos, que assumia o leme timidamente cada vez que me deslocava ao WC, efectuámos o bordo mar adentro até ás 1300, enquanto o Machadinho fazia a almoço, á hora de almoço virámos de bordo em direcção a terra, que entretanto já não se via á muito.
A meio da manhã o “Mike Davis/Porto de Aveiro” do Delmar Conde, cortou a nossa proa, pelo que é informado via VHF que me encontro ao leme do “Liberum”, igual a si próprio, o Delmar vira de bordo vem-me cumprimentar no meio do grande oceano do norte.
Entretanto depois do almoço o nosso armador já está recomposto e o Machadinho cansado do esforço efectuado ao fogão, vai dormir por 3 horas.
Entretanto o vento subia até aos 18 nós e proporcionava-nos umas bolinas de luxo com este 12 metros a atingir facilmente os 6,6 nós de velocidade (SOG-speed over ground)
Pelas 1600 e já a pagar uma factura de sono pela noite anterior e após 6 horas de leme, passo este ao Galacho, e fui-me recolher por uma horita.
Pelas 1800 damos entrada na barra do Douro e atracamos na ribeira da Invicta.
Dia 19 0800 Alvorada
O “Celta Morgana” tá com problemas de motor, o Tony não consegue dar arranque, após várias tentativas com baterias do “Véronique” e do “Mike Davis”
E já com a água a vazar bem, é tomada a decisão de levar o “Celta Morgana” a reboque para o Porto de Leixões, cabendo essa mui nobre tarefa ao Cmdt Veiga e ao seu “Véronique”.
Os meus colegas “mouros” que estavam no “Véronique” passam a fazer parte da tripulação do “Tibariaf II”.
Entretanto a frota segue para Aveiro, o José Ângelo (Blue Moon) informa via VHF que só vai chegar a Leixões por volta da 1200.
O “Celta Morgana” fica em Leixões, o Tony (armador) vem de comboio para a Aveiro e o “Veronique” inicia a viagem de regresso a Aveiro.
A bordo do “Liberum”, mete-se o piloto automático, o Machadinho dorme, e cabe ao Galacho a tarefa de fazer o almoço, enquanto eu tomo conta do barco.
Pelas 1600 horas estamos no enfiamento da barra de Aveiro, preparo-me para passar o leme ao Galacho que não aceita e dá-me o privilégio de fazer o “Liberum” penetrar a barra de Aveiro comigo ao leme, e de o levar ria acima até ao pontão da AVELA , ás portas da cidade de Aveiro.
Pelas 1645, estamos atracados.
Pelas 1900 chegava á minha Mui Nobre Vila d’Alhandra.
Conclusões:
De enaltecer este estreitamento de relações e experiências entre 2 clubes de vela, um vocacionado para vela oceânica e o outro para águas interiores.
Falta a deslocação de uma delegação de Aveiro ás nossas águas, vamos começar a pensar em “Valada 2009”
Veiga, eu sei que posso contar contigo.
Galacho, obrigado por me confiares o leme do “Liberum”, esteve sempre bem entregue.
“Liberum” (livre e independente)










